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Editorial

DILMA ASSUME AJUSTE COMO REVISÃO DE ERROS

Depois de um longo período de silêncio, a presidente da República emitiu os primeiros sinais de como pretende conduzir as prioridades do início do segundo mandato. O desafio, disse a senhora Dilma Rousseff, passa a ser a busca do reequilíbrio fiscal, para que a partir daí o governo possa perseguir a queda da inflação e das taxas de juros e a retomada do crescimento. Os rumos dos próximos quatro anos foram apresentados no pronunciamento da abertura da primeira reunião ministerial do ano. Além do compromisso com a austeridade, que marcou as palavras iniciais, ficou evidente na fala da presidente o desejo de reconquistar a confiança de quem produz. Era o que o país esperava, desde a posse, para que as intenções do Planalto não sejam assumidas apenas pelas manifestações do ministro Joaquim Levy.

É uma categórica revisão de posturas em relação ao primeiro mandato. O projeto de equalização de receitas e despesas, completamente desprezado, passa a ser um compromisso público da presidente da República. Até agora, isso não estava muito claro, como se o ônus de medidas consideradas pouco simpáticas pudesse ser transferido somente ao comandante da Fazenda. Deve ser reconhecida a sinceridade da presidente, admitindo finalmente que a economia vivia sob os riscos da irresponsabilidade fiscal, ao referir-se agora às primeiras ações na área como um “ajuste com medidas corretivas”.

Há uma visível alteração de rumos porque a orientação da economia vinha sendo errática e populista. O mérito do pronunciamento está, além do conteúdo em favor da austeridade, no fato de que expõe prioridades das quais a presidente não poderá se afastar, sob pena de comprometer seus próprios projetos e desmoralizar a imagem que pretende construir. Nesse sentido, foi incisiva a sua afirmação de que o país não pode mais aceitar distorções na concessão indiscriminada de benefícios, como o seguro-desemprego e as pensões previdenciárias. Também merece destaque a ênfase dada ao esforço para aumento das parcerias entre o setor público e as empresas privadas, dependentes de atitudes capazes de superar o imobilismo dos primeiros quatro anos.

Outras questões abordadas, como o rigor no combate à corrupção e o empenho pela reforma política, além da promessa de simplificações tributárias, eram temas previsíveis no discurso, mas nada significarão sem gestos concretos. O que fica de positivo, como essência do pronunciamento, é o recado dado a todos os ministros de que não haverá crescimento, pleno emprego e preservação de conquistas sociais sem que as contas públicas estejam em ordem.




Postado por Editoria de Opinião,
RBS
23/02/2015

 

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